UTAD assegura que nem reitor nem administradora são arguidos num processo de desvio de verbas que PJ investiga

A UTAD enviou um comunicado às redações, no seguimento das notícia que dão conta das buscas da Polícia Judiciária nas instalações da universidade, devido a suspeitas de desvio de verbas de propinas de alunos brasileiros, entre os anos de 2004 e 2013:

“A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no seguimento da ação de busca e apreensão que a Polícia Judiciária, através da sua unidade local de investigação criminal de Vila Real, está a levar hoje a cabo em diversos serviços desta Universidade, vem esclarecer o seguinte:

 

1º) A presente ação policial faz parte de uma investigação em curso que resultou de diversas participações formalizadas pela própria Universidade, na sequência das reportagens emitidas no âmbito do programa “Sexta às 9” sobre os chamados “Convénios Luso-Brasileiros”;

 

2º) A Reitoria e a Administração da UTAD estão a colaborar, desde o início, com a investigação em curso – a qual diz respeito a factos ocorridos antes da sua entrada em funções – facultando todos os elementos solicitados pela Polícia Judiciária;

 

3º) Ninguém da atual Reitoria, em particular o Reitor ou a Administradora da UTAD, são arguidos no processo.”

 

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