Rede Internacional Adoro.Ser.Mulher chega a Vila Real

Capacitação profissional, valorização pessoal, internacionalização de negócios e networking à distância de um clique são as mais-valias da Rede Social Internacional para Mulheres Empreendedoras – Adoro.Ser.Mulher, que junta mais de mil associadas em 11 países. Agora, Vila Real vai, também, representar Portugal para alavancar o potencial feminino da região do Douro e de Trás-os-Montes. A apresentação oficial decorrerá no dia 9 de Fevereiro, no Museu da Vila Velha, em Vila Real, e contará com a presença da deputada Manuela Tender.

“Enquanto mulher e empreendedora, considero que a Rede Adoro.Ser.Mulher será uma mais-valia para mostrar que as mulheres do Norte e do Interior têm vários projetos e bem-sucedidos, que podem beneficiar de parcerias com outras associadas e do reconhecimento nacional e internacional”, explica Eduarda Esteves, gestora em Vila Real.

A rede Adoro.Ser.Mulher funciona como uma plataforma digital exclusiva, onde as associadas beneficiam de cursos gratuitos [em áreas como empreendedorismo, marketing, liderança], palestras, workshops e encontros. “É a única rede voltada 100% para o público feminino, presente em 11 países e que, anualmente, organiza uma Feira de Empreendedorismo Feminino Intercultural. No essencial, as mulheres da Rede querem crescer juntas e acreditam que a Internet ajuda”, acrescenta.

A presidente da rede Adoro.Ser.Mulher, Ana Cláudia Vaz, marcará presença na apresentação pública em Vila Real, marcada para as 11h do próximo sábado, dia 9. Também a vice-presidente da autarquia local, Eugénia Almeida, e a embaixadora regional da rede, Maria de Lourdes Elias, vão acompanhar a sessão.

“Em 2019, haverá dois eventos em Vila Real, mas sempre que possível procurarei trazer mulheres que possam ministrar cursos, palestras ou workshops que respondam às necessidades das associadas da região”, promete Eduarda Esteves.

Associada desde 2016, Eduarda Esteves assume o compromisso de gestora da Rede Adoro.Ser.Mulher em Vila Real depois de dois anos a viver na cidade transmontana e “sentir na pele, como mulher empreendedora, o esquecimento para com o Norte e principalmente para com o Interior”. “Nesta Rede, as mulheres podem ajudar-se entre si, em Portugal e nos restantes países. Além de muitas sinergias, têm acontecido bons negócios”, conclui.

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