Câmara não compreende atraso dos seguros na reparação do Campo de Calvário após queda de grua

A autarquia de Vila Real não compreende os motivos que levam a companhia de seguros e as empresas responsáveis pela queda da grua no Campo do Calvário, a 26 de novembro do ano passado, ainda não terem reparado os danos causados pela aparatosa queda que se deu numa noite de mau tempo. O presidente da câmara, Rui Santos, em conferência de imprensa, considerou este atraso como incompreensível.

A autarquia vai avançar com uma queixa no tribunal ao mesmo tempo que irá lançar um concurso público para assumir a reparação do campo, enquanto o processo continua parado.

O autarca sublinha a irresponsabilidade e transtornos causados pelo atraso na resolução do processo. 

Por seu lado, a empresa responsável pela obra “Nesinocas”, segundo a autarquia vila-realense, declina responsabilidades, afirmando que acionou o seguro transferindo desta forma a responsabilidade civil para a companhia em causa; acusa ainda a empresa responsável pela grua, Gruas Nunes; invoca ainda a ilegitimidade da câmara reclamar indemnização em nome do clube de futebol, contestando ainda aquele que considera de “valor exagerado” do orçamento de reparação, garantindo que se a autarquia avançar com a reparação dos danos causados pela queda da grua da sua obra para o campo do calvário, não se irá responsabilizar pelo pagamento de qualquer quantia. 

Sónia Domingues

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