A Câmara de Vila Real vai avançar com uma providência cautelar para travar a continuação da deposição de resíduos no aterro sanitário localizado na freguesia de Andrães, e que cuja vida útil foi agora prolongada por mais sete anos.
O presidente da Câmara de Vila Real, Alexandre Favaios, diz que o objetivo da providência cautelar é parar o processo, o autarca pede ainda esclarecimentos à CCDRN sobre este novo prazo.
A Resinorte, empresa responsável pelo aterro, inicialmente tinha como meta a desativação deste aterro em 2024, no entanto, recentemente pediu à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) o prolongamento da vida útil desta infraestrutura. A CCDRN autorizou a deposição de mais 166.630 toneladas de resíduos, por mais sete anos.
Alexandre Favaios questiona este prazo e tem dúvidas sobre a quantidade agora prevista de resíduos.
O presidente da Câmara disse que a providência cautelar está a ser terminada pelos serviços jurídicos do município e que deve dar entrada no Tribunal nos próximos dias.





