Autarca de Vila Real defendeu que a CGD deve contribuir para o desenvolvimento do interior com a manutenção das dependências bancárias

A região de Trás os Montes e Alto Douro só poderá avançar em termos de desenvolvimento económico se houver um “conjunto de políticas públicas de natureza voluntarista” que criem ambientes favoráveis a atração de capitais. Esta é a opinião de Francisco Seixas da Costa que na conferência Fora da Caixa em Vila Real deixou o alerta de que é necessário e urgente combater as desigualdades perante a capacidade concorrencial do país, bem como terminar com a “tendência maioritária para favorecer o desenvolvimento do litoral”.

O Embaixador, natural de Vila Real, referiu que é favorável a” criação de uma massa crítica de natureza administrativa e política a nível das regiões“ pois só assim considera que será combatido o desequilíbrio do país.

Nesta vigésima sexta conferência Fora da Caixa, realizada pela Caixa Geral de Depósitos, o presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, defendeu que o banco público pode contribuir para o desenvolvimento do interior com a manutenção das dependências bancárias.

Os encontros Fora da Caixa iniciaram-se há dois anos e pretendiam dar relevo as economias regionais. A vigésima sexta e última decorreu em Vila Real e teve como tema “potenciar o interior Norte”.

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