Assembleia Municipal aprovou Relatório Contas Consolidado da Câmara de Vila Real

O relatório de contas consolidado da Câmara Municipal de Vila Real foi aprovado na reunião extraordinária da Assembleia Municipal.

Uma reunião extraordinária que o PSD entende que deveria ser ordinária porque iria permitir aos membros eleitos do partido social-democrata colocar questões “de interesse municipal” no período antes da ordem do dia, ficando assim impossibilitados. Vasco Amorim entende que “a decisão da DGAL de considerar esta sessão como extraordinária prejudica a democracia”, retirando também a oportunidade dos munícipes em participar na Assembleia.

O PSD votou contra o relatório consolidado da Câmara de Vila Real por discordar da extinção da EMAR e ainda porque as empresas do grupo municipal “têm dividas a fornecedores”. Vasco Amorim diz também que “as rendas e contratos de longa duração como a loja do Cidadão” deviam figurar neste relatório.

Um relatório que na opinião da bancada do PSD devia ter uma referência sobre o impacto da Covid-19 nas Grandes Opções do Plano do próximo ano.

Patrique Alves, da bancada do CDS-PP, explica a abstenção com o facto de ter sido “um ano com número negativos”, sendo um relatório que reflete as políticas seguidas por este executivo e que não são apoiadas pelo CDS-PP.

O CDS-PP votou contra o contrato-programa que a autarquia fez com a Empresa Águas do Interior Norte, Patrique Alves refere que desde 2017 o seu partido tem vindo a levantar uma série de dúvidas quanto à constituição da empresa, e em coerência votou contra este contrato programa que “deixa de fora algumas freguesias”.

Rui Santos, o presidente da Câmara de Vila Real, refere que o relatório de contas consolidado apesar de não ter sido unânime obteve a votação positiva de um terço da bancada do PSD. O autarca salientou ainda que este executivo tem menos 9 milhões de euros de dívida herdada.

Para o Presidente da Câmara de Vila Real o mais relevante desta sessão da Assembleia Municipal foi o facto de terem sido assinados 13 contratos-programa com juntas de freguesia acentuando assim a descentralização e intensificando a proximidade com a população.

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