Defensor da Linha do Corgo defende que a sua reativação custaria metade do anunciado na altura do seu encerramento

Numa altura em que Portugal aborda os investimentos previstos no Plano Nacional de Investimento 2030, o fundador do Movimento Cívico pela Linha do Corgo, Daniel Conde refere que o investimento para a reabertura da linha férrea do Corgo “é muito inferior ao previsto pelo Governo”.

Pelos cálculos do defensor da linha do Corgo, Daniel Conde, seriam necessários 11 milhões de euros para a reabertura da linha desde Peso da Régua até Vila Real, e não os 25 milhões de euros anunciados pela secretária de Estado aquando do encerramento “inesperado” da Linha do Corgo.

Daniel Conde considera que este valor poderia ser suportado pelos Fundos Comunitários em 85% do valor a fundo perdido e ainda pelos municípios e estrutura empresarial da região.

Para Daniel Conde o investimento para a reativação da Linha do Corgo poderá passar pelo investimento comunitário e a comparticipação dividida pelos municípios de Vila Real, Peso da Régua e Santa Marta de Penaguião.

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